5 maneiras de engajar os alunos nas atividades escolares

atividades escolares

Manter a motivação dos alunos é um dos maiores desafios enfrentados diariamente pelos professores. Nem sempre a escola consegue atrair a atenção e a energia dos estudantes para envolvê-los nos projetos internos de modo que permaneçam estimulados durante o processo de aprendizagem e nas atividades escolares.

Para solucionar esse problema, é necessário desenvolver atividades escolares capazes de aumentar o comprometimento dos discentes. A motivação e o engajamento são pontos cruciais para aumentar o interesse e o aproveitamento, tanto dos alunos quanto da escola, uma vez que reflete diretamente na qualidade de ensino.

Quer tornar seus estudantes mais engajados? Confira a seguir quais são os melhores métodos para essa missão!

1. Usar a tecnologia nas atividades escolares

O aluno está mexendo no celular dentro da sala de aula, o professor vê, pega o aparelho e leva para a secretaria — que só o devolve para os pais. A partir daí, torna-se proibido usar qualquer dispositivo eletrônico ou acessar a internet na sala de aula.

Essa é uma cena que se repete muito nas escolas e está completamente equivocada — em vez de proibir o uso da tecnologia, a instituição de ensino deve estimulá-lo, sempre de forma a aproveitá-lo nas atividades e a seu favor.

Cada vez mais, é necessário que professores e gestores escolares adotem-na como  aliada da educação, pois ela faz parte do cotidiano dos estudantes. Quando pesquisa, se engaja com alguma causa, faz posts nas redes sociais e cria grupos de pesquisa on-line, o aluno tende a se comunicar melhor com o professor e a comunidade da qual faz parte.

Assuntos encarados como chatos ou difíceis pela maioria dos discentes podem ficar mais interessantes e instigantes se o professor combinar as aulas expositivas com o uso das ferramentas de vídeo, como o YouTube.

Afinal, nessa plataforma é possível encontrar vloggers (nome dado aos donos dos canais on-line) que são professores e interpretam os conteúdos com recursos digitais, além de usar uma linguagem mais solta, leve e bem-humorada.

Antes de qualquer coisa, porém, o docente deve assistir e verificar a qualidade do material, bem como se é apropriado à idade dos alunos. Os vídeos também podem ser recomendados como lição de casa, tornando-a mais divertida e proveitosa.

Além disso, a tecnologia pode ser empregada no próprio funcionamento da instituição de ensino. Usar um sistema de gestão acadêmica, que reúne todas as áreas funcionais da escola e oferece um portal ao aluno, agrega praticidade para os estudantes desde o acompanhamento das faltas até o acesso a conteúdos estudados em sala de aula.

As escolas mais modernas também já usam aplicativos de mensagens instantâneas. Isso otimiza o contato entre pais, alunos e escola e possibilita o compartilhamento das informações acadêmicas e das propostas de atividades.

2. Desenvolver novas metodologias

Uma das principais causas da falta de interesse dos alunos é o fato de a escola utilizar uma metodologia velha e desinteressante. Se isso está acontecendo na sua instituição, é hora de desenvolver novas técnicas de ensino.

A aprendizagem ativa é um método moderno e que tem revolucionado as escolas, propondo um aprendizado mais dinâmico e interessante. Nela, o aluno torna-se o ator principal, enquanto o professor atua como estimulador e mediador entre ele e o conhecimento.

O método incentiva a autonomia intelectual dos estudantes a partir de atividades escolares planejadas pelo educador. O intuito é sempre possibilitar o uso de diversas habilidades de pensamento, como interpretar, sintetizar, analisar, relacionar e comparar. Essa metodologia também aumenta a interação entre aluno e mestre.

3. Realizar projetos colaborativos

Para incentivar os estudantes a abraçarem as propostas da escola, uma das alternativas mais eficientes é fazer projetos colaborativos, em que eles podem se unir em prol de um bem maior. Essa iniciativa também contribui para tornar o processo de aprendizagem mais rico e abrangente.

Ao aplicar projetos colaborativos na sala de aula, com trabalhos em grupo, o professor faz que os alunos construam seu próprio conhecimento de forma dinâmica e contextualizada. Assim, o aprendizado se torna mais interessante, uma vez que envolve a participação deles e dos educadores, possibilitando uma ampla troca de experiências.

4. Valorizar as competências

Os alunos carecem mais de conhecimento do que de informação. Para se informar, qualquer pessoa pode acessar a internet e obter uma resposta. Por isso, é importante que os professores evitem passar trabalhos que podem ser feitos apenas com uma pesquisa em um site de buscas.

O ideal é tentar instigar algumas das competências dos alunos do século 21, como cognição, intrapessoal e interpessoal. Por exemplo, na aula de geografia, o educador pode pedir que os estudantes formem grupos e desafiem as demais equipes com perguntas sobre os temas estudados.

Uma tarefa simples como uma pesquisa pode ser mais eficiente se o professor diminuir o tamanho dos textos. Dessa maneira, ele obriga os alunos a lerem, entenderem e interpretarem o assunto.

5. Aplicar a gamificação em sala de aula

A gamificação é um método que usa elementos de jogos para engajar os indivíduos na busca de um objetivo predeterminado. No âmbito educacional, essa ferramenta tem apresentado grande potencial para despertar o interesse dos alunos.

Além disso, ela aumenta a participação, estimula a criatividade e a autonomia, bem como estabelece o diálogo para resolver eventuais problemas. O educador não precisa, necessariamente, usar jogos prontos para aplicar a gamificação.

Se quiser fazê-lo, contudo, uma possibilidade eficiente é o Minecraft — em que o jogador tem de procurar por recursos, plantar para sobreviver e construir estruturas. Com isso, o estudante pode se tornar mais ativo e participativo na hora de encontrar soluções para suas atividades escolares cotidianas.

Essa estratégia também pode ser aplicada a partir de dinâmicas com a turma: basta estabelecer missões ou desafios para incentivar a aprendizagem. Esse processo é fundamental para ajudar os discentes a saírem da zona de conforto e melhorarem seus resultados.

As instituições de ensino e os educadores têm diversas opções para engajar os alunos. Inovar e investir na parceria para construir o conhecimento é a melhor maneira de se aproximar deles e torná-los mais proativos no ambiente escolar.

Vale ressaltar, contudo, que também é importante envolver os pais no processo de motivação. Afinal, eles devem participar efetivamente do desempenho escolar dos filhos.

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